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Está en: OEI - Publicaciones - Revistas
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Nº 42 |
Educação e cidadania
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Autores: Mercedes Oraisón, Ana María Pérez,
Daniel Gil Pérez, Amparo Vilches, Márcia Lopes Reis, Mariano
Martín Gordillo, Miquel Martínez Martín, Begoña
Gros, David Contreras, Andoni Garritz. |
ResumoEste número se quis centrar na relação entre a educação
e a cidadania, mas invertendo a proposta editorial mantida até
este momento. Para isso, convocamos especialistas de diversas matérias
para que cada um, do seu âmbito, apresentasse as propostas que sua
disciplina pode oferecer para a formação de pessoas moral
e eticamente competentes no exercício da cidadania.
SumárioMONOGRÁFICO: Educación y ciudadanía / Educação e cidadania Introducción Escuela y participación: el difícil camino de la construcción
de ciudadanía Ana María Pérez Educación ciudadana y alfabetización científica:
mitos y realidades Educação para e-cidadania: entre a reinvenção
das práticas cívicas e o neo-tecnicismo Conocer, manejar, valorar, participar: los fines de una educación
para la ciudadanía Formación para la ciudadanía y educación superior Begoña Gros Naturaleza de la ciencia e indagación: cuestiones fundamentales
para la educación científica del ciudadano O direito à educação como direito público:
Implicações para o livro e a leitura Documentos / Documentos NOVEDADES EDITORIALES / NOVIDADES EDITORIAIS
FragmentoApresentação Nesta edição da Revista Ibero-americana de Educação oferecemos um conjunto de tratamentos epistemológicos, antropológicos, históricos e pedagógicos de caráter crítico-reflexivo, que abordam a relação entre corpo, saber e poder; neles se evidencia uma preocupação comum pela relação existente entre corpo, escola e sociedade. Se contemplam alguns pontos de divergência: consideram que a escola não é neutra; vêem nela uma instituição que, através de estratégias de lugar e de enclausuramento (escolarização), aposta pela subjetivação (sustentação), pela socialização e pela objetivação; dimensionam o corpo como um espaço de tensões culturais e de operações disciplinares das instituições e dos paradigmas sociais; entendem o corpo como uma construção política, histórica, social e cultural sobre a qual se articulam redes de saber-poder. Os textos que publicamos mostram uma grande diversidade temática, pretendem referenciar algumas das direções das representações do corporal que vêm circulando pelo interior da instituição formadora dos formadores do corpo em nossa região. O conteúdo, em seu conjunto, deixa ver alguns dos interrogantes que hoje em dia mobilizam a pesquisa universitária sobre o corporal. Se expõe, enfim, uma seleção de artigos de profissionais que gozam de reconhecimento no âmbito universitário local e/o regional por seu compromisso e por sua rigidez acadêmica. A contribuição de Barbero se concretiza na apreciação que tem a respeito das categorias capital cultural e capital corporal, que permitem questionar o caráter universal, anistórico e anti-social com o que frequentemente se explicam o significado e os valores do corpo e do movimento na escola. Por sua parte, Pedraz aborda o problema da diferenciação corporal. Em sua análise, retoma o debate do corpo como espaço de tensões culturais e de operações disciplinares. Devís, FuenteseSparkes, se aproximam, desde uma pesquisa sobre as crenças, os valores e as práticas ocultas na educação física, ao problema da identidade de gênero e à sexualidade. Enquanto a Calvo, propõe um debate sobre a educação corporal caótica e a educação corporal ordenada. Se detém nos resultados da formação corporal, estabelecendo uma clara diferencia entre corpo educado e corpo escolarizado (enclausurado). Furlan planeja uma interessante disjuntiva sobre a relação entre qualidade educativa, convivência e formação corporal. Além disso, analiza o auge arrasador do mercado e de suas expressões teóricas, e dimensiona as infrações da qualidade e da eficiência educativas. Runge e Muñoz, desde uma perspectiva histórico-investigativa, revisam o rol do evolucionismo social e os problemas da raça na conformação da educação colombiana na primeira metade do século xx (o corpo nas estratégias eugenésicas). Moreno propõe um leitor metodológico para a aula, que se centraliza nos componentes dos enunciados que se deixam ver nas práticas de intervenção pedagógica do corporal. Tal leitor pode ser útil para avançar nas leituras das práticas de intervenção corporal dentro do mercado escolar. Vaca elabora um projeto para o tratamento do âmbito corporal na educação infantil, não sem antes realizar uma aproximaação às repercussões do corpo e da motricidade na globalização do comportamento dos indivíduos. Por último, Gil e Contreras dão conta dos conteúdos, dos debates, do manifesto final dos participantes, e das propostas de futuro surgidas no seio do Seminário «Enfoques atuais da Educação Física e os Esportes. Desafios e perguntas», que se deu entre os dias 21 e 25 de novembro de 2005, em Antigua, Guatemala. Este número da rie foi coordenado por William Moreno Gómez, professor de Educação Física da Universidade de Antioquia (Colômbia), a quem agradecemos sua preocupada e solícita colaboração, e ao que deixamos a tarefa de apresentar-nos em uma temática definida por sua importância e pelo descuidado tratamento que teve até agora. Roberto Martínez Santiago |
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